Teoria da Conspiração: Shakespeare Existiu Mesmo?

Mas o que é uma Teoria da Conspiração?

É um conjunto de teorias não provadas mais populares relacionadas, mas não limitadas, a planos de governos clandestinos, tramas de assassinatos elaborados, supressão de tecnologia, conhecimentos secretos e outros esquemas supostamente envoltos por trás de certos eventos políticos, culturais e/ou históricos.

Uma conspiração é definida por lei, como um acordo por duas ou mais pessoas para cometer um crime, fraude ou outro ato doloso.

Embora em sentido estrito, uma Teoria da Conspiração é geralmente referida a uma teoria que atribui a causa final de um evento ou uma cadeia de eventos (geralmente políticos, sociais, culturais ou históricos), ou a ocultação de tais causas de conhecimento público, a um plano secreto e muitas vezes enganoso por uma conspiração de poderosos ou a pessoas influentes ou organizações.

O grau em que essas várias teorias são abraçadas pelos principais historiadores variam de caso para caso.

Teorias conspiratórias são, portanto, uma teoria que supõe que um grupo de conspiradores está envolvido num plano e suprimiu a maior parte das provas desse mesmo plano e do seu envolvimento nele. O plano pode ser qualquer coisa, desde a manipulação de governos, economias ou sistemas legais até a ocultação de informações científicas importantes ou assassinato.

Uma teoria da conspiração é precisamente o contrário de uma teoria científica, já que não pode ser refutada: as provas que endossariam as teorias são utilizadas pelos seus defensores para provar que os conspiradores são tão perfeitos a ponto de poder camuflá-las.

 

A Vida e Morte de William Shakespeare

William Shakespeare (1564-1616) foi um dramaturgo e poeta inglês. Autor de tragédias famosas como “Hamlet“, “Otelo“, “Macbeth” e “Romeu e Julieta“. É considerado um dos maiores escritores de todos os tempos.

Shakespeare nasceu em Stratford-upon-Avon, no condado de Warwick, Inglaterra, no dia 23 de abril de 1564, onde iniciou seus estudos. A família empobrecera e aos 15 anos foi trabalhar no açougue do pai. Com 18 anos, casa-se com a aldeã Anne Hathaway, oito anos mais velha que ele. Suas dificuldades financeiras se agravaram com o nascimento da filha e em seguida dos gêmeos.

Em 1586, abandona o lar e muda-se para Londres, onde se emprega como guardador de cavalos na porta do teatro. Logo estava prestando serviços nos bastidores, copiando peças ou representando pequenos papeis. Nessa época, período do reinado de Elizabeth I, Londres vivia uma intensa atividade artística.

Shakespeare estudou muito e leu autores clássicos, novelas, contos e crônicas, que foram fundamentais para sua formação de dramaturgo.

Shakespeare passou a ser o copista oficial da companhia, representava e adaptava peças de autores anônimos. Logo estava escrevendo o maior número das peças apresentadas no Globe Theatre, ocupado pela companhia de Burbage, da qual fazia parte.

A obra de Shakespeare abrange aproximadamente 40 peças, entre comédias românticas, tragédias e dramas históricos, divididos em quatro fases que acompanham a evolução do autor.

A primeira fase vai de 1590 a 1595. São desse período: “Henrique IV“, “Ricardo III“, “A Comédia dos Erros“, “Titus Andronicus” e “A Megera Domada“. “Os Dois Cavaleiros de Verona“, “Penas de Amor Perdido“, “Romeu e Julieta“, “Sonho de uma Noite de Verão” e “O Rei João“.

De 1596 a 1600, a segunda fase, escreve “O Mercador de Veneza“, “Júlio César“, “As Alegres Comadres de Windsor“, “Muito Barulho por Nada“, “Henrique V“, “Como Quiseres” e “A Duodécima Noite“.

De 1601 a 1608, o período mais importante, escreveu: “Hamlet“, “Tróilo e Créssida“, “Tudo Está Bem Quando Acaba Bem“, “Medida por Medida“, “Otelo“, “Rei Lear“, “Macbeth“, “Antônio e Cleópatra“, “Coriolano“, “Timon de Atenas” e “Péricles“.

De 1609 a 1612, escreveu suas últimas obras: “Cimbelino“, “O Conto de Inverno“, “A Tempestade” (disponível na sessão Multimídia do Blog) e “Henrique VIII“.

William Shakespeare foi também poeta e escreveu mais de 150 sonetos. Publicou três livros em estilo renascentista: Vênus de Adônis (1593), Lucrécia (1594) e Sonetos (1609).

Em suas obras, Shakespeare teve o dom de captar com igual maestria as paixões mais turbulentas e os sentimentos mais puros, a mais rica alegria e o mais penoso desespero.

Foi magistral o traço dos personagens que povoaram seu mundo. De Romeu e Julieta fez a personificação do amor frustrado. De Otelo, o protótipo do ciumento. Do Mercador de Veneza, o usuário materialista por excelência. De Macbeth, o resumo da ambição e do remorso, sendo considerada a obra mais trágica do autor.

A fase das tragédias sérias e maduras é a mais importante na carreira de Shakespeare. Hamlet, embora criticada por muitos da época, é considerada sua maior criação.

O enredo encarna o dilema do homem de intensa vida espiritual, que busca a essência das coisas enquanto é obrigado a tomar uma atitude decisiva. No célebre monólogo “Ser ou não ser, eis a questão“, o Príncipe Hamlet quer, dormir e sonhar, mas indaga se o sonho da morte não será um sonho como os outros. Hesitante entre a fria execução de uma vingança e o sentimento de piedade, Hamlet rebela-se contra o destino.

William Shakespeare juntou em sua obra, aspectos e características do estilo de vida inglês. As citações conhecidas da cultura anglo-saxônica e os folclores antigos foram incrementados de forma organizada, num estilo peculiar. Suas peças foram encenadas pela Europa inteira, influenciando outros dramaturgos, inclusive, sobrepondo-se ao teatro francês, alemão e italiano.

Depois de acumular alguma fortuna, Shakespeare volta para sua cidade natal, entrando em processo de reclusão, que durou até o fim de sua vida. William Shakespeare faleceu em Stratford-upon-Avon, no dia 23 de abril de 1616.

As Conspirações

Nos últimos 100 anos, mais de 4,5 mil livros e artigos alegam que William Shakespeare não teria sido o autor das obras atribuídas a ele.
– Mundo Estranho, Editora Abril – 2017.

Um dos primeiros a levantar a polêmica foi James Wilmot, acadêmico de Oxford que viveu perto de Stratford-upon-Avon, cidade-natal do “bardo”. Em 1785, ele procurou evidências que provassem a autoria de Shakespeare, mas não achou nenhum vestígio. Seu “estudo”, que acendeu a dúvida de muita gente, teria sido publicado pelo colega James Cowell, em 1805.

As mais de 40 peças e 154 sonetos apresentam um vasto conhecimento em diversas áreas, como política, geografia e latim – sendo que Shakespeare só teria passado apenas cinco ou seis anos na escola, segundo historiadores. Além disso, as obras utilizam mais de 29 mil palavras diferentes, um vocabulário maior que o do dicionário de inglês da época.

Os defensores dessa tese consideram mais plausível que Shakespeare tenha sido um pseudônimo usado por pessoas mais instruídas, como o filósofo, cientista e político Francis Bacon, ou Christopher Marlowe, um dramaturgo assassinado aos 29 anos. Há quem diga que sua morte foi forjada e ele continuou escrevendo, sob o nome de Shakespeare.

Os registros indicam que o dramaturgo começou a escrever aos 23 anos. Para os céticos, é difícil acreditar que ele já tivesse, nessa idade, a vivência e a experiência necessárias para criar tramas tão complexas. Isso porque, até os 18, ele viveu em Stratford, uma cidade pequena, onde passou a maior parte do tempo trabalhando com o pai, um fabricante de luvas.

Intelectuais como o cineasta Charles Chaplin, o psicólogo Sigmund Freud e o escritor Charles Dickens já declararam apoio à teoria. A alternativa mais aceita entre eles é que o real autor seria Edward de Vere, o 17º Conde de Oxford, que teria vivenciado fatos semelhantes aos descritos nas peças.

Um dos poucos documentos reconhecidos de Shakespeare é seu testamento, que tem três páginas, mas não faz referência à sua vida particular nem à sua obra literária – muito menos às peças então inéditas, publicadas após sua morte. O documento também não cita a parte da sociedade que ele tinha no Globe Theatre, palco em que foram encenados Hamlet e Rei Lear.

Não existe nenhum manuscrito original de suas peças – nem sua caligrafia é conhecida. Em várias das primeiras publicações do autor, o nome sofreu variações na grafia, como Shake-Speare (algo como “agitar uma lança”), o que seria um pseudônimo em referência à mitologia grega ou ainda uma evidência de autoria coletiva.

Há Controversa!

  1. Estudos recentes indicam que o manuscrito de Cowell, que originou a controvérsia, é uma falsificação, provavelmente feita por Olívia Serres, biógrafa de Wilmot.
  2. A grafia do nome era pouco relevante nos documentos que eram manuscritos e dependia muito da interpretação subjetiva do escrivão.
  3. Os inúmeros estudos acadêmicos sobre Shakespeare comprovam que ele existiu – e era mesmo um gênio, especialmente na elaboração psicológica de seus personagens.
  4. O Conde de Oxford morreu em 1604, muito antes que as principais obras de Shakespeare tivessem sido escritas.
  5. Também era comum um dramaturgo se inspirar em outro ou mesmo escrever a quatro ou mais mãos. Quando um texto era vendido para uma companhia de teatro, ele não pertencia mais aos autores.

Extras!

1) O pai de Shakespeare tinha vários empregos e chegou até a ser pago para beber cerveja

Filho de um agricultor arrendatário, John Shakespeare era um emergente social. Ele chegou a Stratford-upon-Avon em 1551 e começou a se aventurar por vários ramos comerciais, vendendo artigos de couro, , malte e milho. Em 1556, foi nomeado “degustador de cerveja” oficial do seu distrito, o que significava que ele era responsável pela inspeção das bebidas de trigo e malte.

No ano seguinte, ele teve outra grande ascensão social ao se casar com Mary Arden, a filha de um fazendeiro aristocrata que, por coincidência, era o antigo chefe de seu pai. Posteriormente, John virou agiota e ocupou uma série de posições municipais, chegando até a ser o prefeito de Stratford por um tempo. Na década de 1570, ele contraiu dívidas e teve problemas legais por razões que permanecem obscuras.

2) Shakespeare se casou com uma mulher mais velha e que estava grávida de três meses

Em novembro de 1582, William, com 18 anos, se casou com Anne Hathaway, a filha de um fazendeiro que era oito anos mais velha que ele. Em vez do ritual normal, a intenção do casal foi anunciada apenas uma vez na igreja – prova de que a união foi arranjada às pressas por causa da condição surpreendente de Anne.*

Seis meses após o casamento, os Shakespeare deram as boas-vindas a uma filha, Susanna, e os gêmeos Hamnet e Judith vieram em fevereiro de 1585. Pouco se sabe sobre o relacionamento entre William e Anne, além do fato de que eles viviam separados e ele ter lhe deixado apenas sua “segunda melhor cama” em seu testamento.*

* Carece de Informações.

3) Os pais de Shakespeare eram provavelmente analfabetos e seus filhos certamente o eram

Ninguém tem certeza, mas é muito provável que John e Mary Shakespeare nunca tenham aprendido a ler e escrever, como acontecia muitas vezes com pessoas de sua posição social durante o período elisabetano. Alguns dizem que as funções cívicas de John exigiriam alfabetização básica, mas em todos os papéis ele assinava seu nome com um símbolo.

William, por outro lado, frequentava a escola primária local, onde passou a dominar a escrita, a leitura e o latim. Acredita-se que sua mulher e suas duas filhas que chegaram até a fase adulta, Susanna e Judith, eram analfabetas, embora Susanna fosse capaz de rabiscar sua assinatura.

4) Ninguém sabe o que Shakespeare fez entre 1585 e 1592

Para o desespero de seus biógrafos, Shakespeare desaparece dos registros históricos entre 1585, quando ocorreu o batizado de seus gêmeos, e 1592, quando o dramaturgo Robert Greene o denunciou em um panfleto como um “Corvo Pretensioso”. O insulto sugere que ele já tinha feito um nome nos teatros londrinos na época.

O que o pai recentemente casado e futuro ícone da literatura fez nesses sete anos “perdidos”? Historiadores especulam que ele tenha trabalhado como professor, estudado Direito, viajado pela Europa continental ou se juntado a uma trupe de atores que estava de passagem por Stratford.

De acordo com um relato do século XVII, ele teria fugido de sua cidade natal após ter caçado veados furtivamente na propriedade de um político local.

5) O epitáfio de Shakespeare utiliza uma maldição para evitar possíveis ladrões de cova

William Shakespeare morreu em 23 de abril de 1616, aos 52 anos – nada mal para uma época em que a média de expectativa de vida variava de 30 a 40 anos. Podemos nunca descobrir o que o matou, apesar de um conhecido ter escrito que o escritor ficou doente após uma noite de bebedeira com o colega dramaturgo Ben Jonson.

Apesar de sua morte rápida, Shakespeare teve os meios necessários para escrever seu epitáfio no seu túmulo, que está localizado dentro de uma igreja em Stratford.

Com a intenção de frustrar os vários ladrões de cova que saqueavam os cemitérios da Inglaterra na época, ele dizia assim: “Amigo, evite por Jesus sagrado cavar o pó aqui enterrado. Abençoado seja aquele que poupar essa lápide. E amaldiçoado quem mover meus ossos“. Deve ter funcionado, já que os restos de Shakespeare ainda não foram perturbados.

6) Shakespeare usava um brinco de argola dourado – ou é assim que o imaginamos

Nossa ideia da aparência de William Shakespeare vem de vários retratos do século XVII, que podem ter sido ou não pintados enquanto ele se sentava atrás da tela.

Em uma de suas representações mais famosas, conhecida como O Retrato de Chandos, que leva o nome de um de seus proprietários, o indivíduo tem uma barba cheia, cabelo com entradas, camisa afrouxada e um brinco de argola dourado pendurado em sua orelha esquerda.

Mesmo na época de Shakespeare, brincos em homens eram sinais de um estilo de vida boêmio, conforme evidenciado por imagens de outros artistas elisabetanos. A moda pode ter sido inspirada por marinheiros, que utilizavam um único brinco dourado para cobrir despesas do enterro em caso de morrerem no mar.

 

Bônus!

Datado em 04/05/2005.

As notícias divulgadas pela BBC News acerca da falsificação do retrato mais conhecido do grande poeta britânico William Shakespeare têm sido acolhidas por peritos russos como mais um argumento a favor da recente descoberta de Ilia Guililov. Convém lembrar que, durante décadas, este último tem tentado provar a existência do verdadeiro Shakespeare, sem pôr em causa a autenticidade das suas obras-primas.

Foi em 1999 que aquele perito russo publicou o livro “Os Jogos em Torno de William Shakespeare“, no qual fez o balanço das suas pesquisas, realizadas no decurso de 40 anos. Na altura, o livro de Guililov provocou sensação no meio dos especialistas.

Na sua monografia, o autor cita o nome daquele que, sob o pseudónimo de Shakespeare, terá escrito as célebres peças teatrais, poemas e sonetos. De facto, trata-se de duas pessoas que formavam um excelente casal “platónico” – o excêntrico Roger Manners, o quinto conde de Rutland e a sua jovem esposa Elizabete, filha do ilustre poeta inglês Philip Sidney.

Importa referir que a “questão de Shakespeare”, surgida há quase 400 anos, coloca num impasse o seu percurso histórico e literário.

Acontece que Shakespeare não deixou nem um manuscrito, nem alguma carta ou testemunho da sua existência a não ser uma única coisa – um testamento que, em termos de estilo literário, parece muito peculiar e estranho. Ao mesmo tempo, vários poetas daquela época menos conhecidos dispõem de dados pessoais muito mais sólidos.

Mais um fato interessante – a morte do famoso poeta não provocou grande repercussão, enquanto o falecimento do poeta Ben Jonson, contemporâneo de Shakespeare, teve uma ampla ressonância nos círculos literários de então.

No que se refere ao testamento, hoje tornou-se claro que o homem com apelido de Shakespeare, natural da vila de Stratford-upon-Avon, actor e sócio do teatro “Globo”(e que se presume ser autor de numerosas obras-primas) era analfabeto e nem sabia assinar documentos (em vez disso costumava pôr um pontinho).

Na tentativa de “descobrir o mistério”, os peritos (entre eles o filósofo Francis Bacon e o dramaturgo Christopher Marlowe, aqui já citados) avançaram uma série de hipóteses quanto aos presumíveis autores das famosas peças. O conde Rutland também constava da lista por ter sido encontrado, no castelo de Belvoir que lhe pertencia, um manuscrito com os fragmentos da peça “A Décima Segunda Noite ou o Que Você Quiser“.

Enquanto isso, as pesquisas levadas a cabo por C. Demlon, P. Porokhovchikov, C. Sykes levam-nos a concluir ter o conde sido o autêntico autor das obras citadas. Segundo afirmam, o actor Shakespeare terá visitado o castelo após a morte do conde, onde o irmão do falecido lhe terá entregado o dinheiro. “E o secretário acusou o facto da recepção“, salientam.

Faltava dar só um pormenor. Quem o descobriu foi Guililov. Ao longo de anos ele estudou uma colectânea de epitáfios “A Vítima do Amor“, editada por Robert Chester.

Hoje existem apenas 4 exemplares desse livro, no qual, como revelou Guililov, os grandes poetas da Inglaterra “lamentavam a morte do conde Rutland e da sua esposa, que se suicidou após o marido ter falecido“. É mais do que evidente que as obras de Shakespeare foram da sua autoria.

O mistério foi guardado pela ordem da rainha Isabel I e, mais tarde, por indicações do rei Jacob I. Ao menos, não restam dúvidas de ambos terem conhecimento do autêntico autor das obras.

O excêntrico conde de Rutland, ainda nos tempos de jovem escolhera o pseudônimo “William Shakespeare”, com o qual escreveu os dois primeiros poemas – “Vénus e Adónis” e “O Rapto de Lucrécia“.

Passado algum tempo, veio a saber que existia um homem com este mesmo nome de William Shakespeare, um bêbado brutal e espertalhão analfabeto. Num ambiente de mistificações tão em voga naquela altura, surgiu a ideia de transformar o ignorante numa pessoa educada e até genial.

Todavia, a mistificação exigia muito esforço e elevados meios financeiros. Mesmo após a morte do conde (ele morreu com 35 anos em 1612), os mistificadores – a condessa do Pembroke e o seu filho, prestando homenagem ao gênio de Rutland, decidem esperar pela morte do ignorante oriundo de Stratford.

Já depois do seu falecimento, nessa vila foi erguido um busto cômico do grande Shakespeare e, mais tarde, veio a luz o primeiro volume das obras de William Shakespeare com o seu retrato e uma nota biográfica falsos. Foi assim que surgiu o mito sobre o grande poeta Shakespeare.

Ilia Guililov conseguiu descobrir o mistério graças à meticulosa análise da “Vítima do Amor“. Por isso, o seu nome entrou na história da literatura mundial. Um grupo dos seus adeptos já propôs apresentar a sua candidatura ao prêmio Nobel.

Curioso acentuar que na Inglaterra, a descoberta de Guililov passou despercebida e o seu livro nem sequer foi traduzido. Verdade seja, o mesmo acontece com muitas outras obras dele que, em maior ou menor grau, lançam luz sobre uma das maiores mistificações na história da literatura mundial

 

Fontes:
Wikipedia
Mundo Estranho
Seu History
PRAVDA.ru
eBiografia
Anatoli Korolev, observador político RIA “Novosti” (2005).
Ronaldo Marin, professor da Unicamp com doutorado sobre William Shakespeare (2017)
Editado por ‘Lekus‘.

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