A Maldição da Princesa “Amen-Ra”

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Uma figura importante da época Egípcia e poco falada foi a Princesa “Amen-Ra”, sacerdotisa de “Amen-Ra” (¹), e que viveu por volta de 1500 aC no antigo Egito. Quando ela morreu foi embalsamada, colocada em um belo sarcófago de madeira, e enterrada em uma cripta em Luxor, ao longo das margens do rio Nilo no Egito.

Mais de três mil anos depois, no final do ano de 1880, quatro jovens ricos da Inglaterra visitaram as escavações que estavam sendo feita em Luxor. Chegando no local, puderam contemplar o belo sarcófago da princesa, o qual havia recentemente sido recolhido da câmara mortuária. Fascinados pela macabra raridade, todos quiseram comprá-lo, mas um deles fez uma oferta muito alta, que os outros não puderam cobrir, sendo então o novo proprietário do sarcófago.

Após a compra, o novo dono pediu para alguns nativos locais transferiram o sarcófago para o hotel onde ele e seus companheiros estavam hospedados. Horas mais tarde, o novo proprietário do sarcófago saiu sozinho nas areias do deserto e desapareceu e não nunca mais foi visto.

No dia seguinte, um de seus três companheiros perdeu um braço depois de ser acidentalmente ferido por um disparo de arma de fogo feito por um dos seus servos egípcios. A maldição atacou também os outros dois que restaram quando retornaram para a Inglaterra:

Um descobriu que suas economias haviam desaparecido, e o outro ficou inválido devido à uma doença grave e terminou seus dias vendendo fósforos na rua,
três de seus parentes ficaram feridos em um acidente de carro e sua casa foi queimada em um incêndio.

Posteriormente, após a série de infortúnios, o caixão chegou à Inglaterra deixando um rastro de tragédias.

O sarcófago então foi vendido novamente para um empresário chamado Warwick Hunt, em nome de Mr Arthur F Wheeler.

O empresário, assustado com o que tinha acontecido, bem como com as histórias que havia ouvido a respeito do sarcófago com a múmia de Amen-Ra, doou a peça ao Museu Britânico no mês de Julho de 1889, sendo visto pela primeira vez em 1990 como peça oficial do “First Egyptian Room” .

Mas a maldição que acompanhava a múmia em seu sarcófago, atingiu também o seu transporte para o museu. O caminhão que carregava o sarcófago, de forma misteriosa, se colocou em movimento sozinho, e atrapelou um pedestreAlém disso, um dos transportadores quebrou uma perna e o outro morreu poucos dias depois atingido por uma doença.

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Os problemas foram agravados quando o sarcófago foi colocado na sala egípcia do museu:

– os guardas do museu ouviram pancadas e gemidos vindos de dentro do sarcófago, e ao mesmo tempo outras peças do local se moveram sem causa aparente.
– um guarda noturno foi encontrado morto de forma misteriosa no trajeto de sua ronda no museu e os outros vigilantes abandonaram o trabalho.
– toda a equipe de limpeza do museu se recusou a trabalhar no local onde estava o sarcófago, com medo dos inexplicáveis e assustadores acontecimentos.

Então após tantas tragédias e acontecimentos assustadores, finalmente foi decidido transportar o sarcófago para o porão do museu para evitar maiores problemas, mas não funcionou.

Um dos conservadores do museu morreu sem motivo aparente e seu auxiliar foi internado devido a uma doença graveDepois de tantos acontecimentos, a imprensa começou a divulgar para o público a maldição que acompanhou o sarcófago.

Então um repórter tirou uma foto do sarcófago. Diz-se que depois de olhar para a imagem por um tempo, o fotógrafo foi para casa e se matou, alegando ter visto um rosto disforme na parte superior do sarcófago. Finalmente, o Museu Britânico decidiu “se livrar” do sarcófago com a Princesa “Amem-Ra”:
Um colecionador o comprou, e depois de novos acontecimentos de mortes e desgraças, o trancou no sótão e procurou ajuda.

O pedido de ajuda foi atendido por Madame Helena Blavatsky, uma autoridade sobre o mundo do ocultismo do século XIX, morrendo em 1891.
Quando Madame Hela entrou na casa, sentiu imediatamente uma presença maligna que se emanava do sótão, onde sem ela saber, estava o sarcófago com a múmia da princesa.

Ela então não concordou com a idéia da realização de um exorcismo no local, e implorou a seu proprietário para se livrar do sarcófago urgentemente.
Mas quem, na Inglaterra, iria querer comprar um sarcófago com uma múmia, e ainda após tantos acontecimentos trágicos, indicando a existência de uma maldição que acompanhava a todos aqueles que adquirissem aquilo? Ninguém, obviamente.

Felizmente, fora do país surgiu um comprador interessado: um arqueólogo norte americano que atribuía todos aqueles infortúnios que aconteceram à uma série de coincidências, nada mais que isso.
Então após as tratativas, para felicidade do antigo proprietário, o sarcófago com a múmia da princesa “Amen-Ra” foi preparado para ser enviado à Nova York (EUA).

Na noite de 14 de abril de 1912, o antigo proprietário entregou os restos de princesa de “Amen-Ra” em um grande navio, o qual estava prestes a cruzar o Oceano Atlântico com 2.224 passageiros a bordo: um transatlântico da clase Olympic, batizado com o nome de, nada mais nada menos que RMS TITANIC.

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…..

(¹Amon, AmenÁmon ou Amun (em grego Ἄμμων, transl. Ámmon, ou Ἅμμων, Hámmon; em egípcio Yamānu) foi um deus da mitologia egípcia, visto como rei dos deuses e como força criadora de vida. Deus local de Karnak, constitui uma família divina com sua esposa Mut e seu filho Khonsu.

Fonte:
http://www.alemdaimaginacao.com/Noticias/a_maldicao_da_princesa_amen_ra.html
http://en.wikipedia.org/wiki/Unlucky_Mummy
 

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